cuidado: ela morde.

Sunday, November 08, 2009

Só mais uma

Essa é uma graça...

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Nada vai mudar entre nós
Como eu sei?
Eu só sei

Tudo vai permanecer igual
Afinal
Não há nada a fazer

Eu não nego
Eu me entrego
Você é meu grande amor
Hoje eu vou te dizer "eu te amo”

Eu imploro
Eu te adoro
Você tem meu coração
A bater pra você mais uma canção

Como pode alguém perder você
Como eu fiz
Como eu quis não te ter?

Vivo iludido
A acreditar que o amor
Não se pôs em você

Eu me entrego
Eu não nego
Eu errei, mas sou capaz
de fazer sua vida melhor

Tô voltando
Não sei quando
Pra roubar teu coração
Vou chegar no final de mais uma canção.

Sunday, November 01, 2009

A Celebracao

Ja escrevi sobre amizade, amor, decepcao, sonho, surpresa, mas nunca sobre a vida em si. As vezes ela prega pecas em quem a gente gostaria de proteger, em gente achamos que nao merece ter que ser penalizado pro resto dos dias. E eh soh nessas situacoes que a gente para e pensa em quao delicada e essencial ela eh.

Na maior parte do tempo as pessoas colocam a vida dos outros em segundo lugar. Se irritam com pequenos detalhes dos seus proprios dias e acabam esquecendo que sao desses detalhes que se fazem a tal da vida. Elas nao prestam atencao em sinais alheios implicitos que poderiam fazer uma grande diferenca e so tomam consciencia quando grandes coisas acontecem.

Pois eh, o ser humano eh assim. Vamos celebrar a ingenuidade humana...

Saturday, September 26, 2009

Tchau poeira

Muy bueno.

Tenho um monte de novidade, mas nunca fui de escrever muito sobre vida pessoal aqui. Naquelas né. Bem naquelas. Alguns rumos mudaram absurdamente e outros continuam na mesma pacatidão de sempre... hu!

Bom, ultimamente não tenho lido poesia e isso me aborrece bastante. Sinto falta dos meus livros do Quintana e do Vínicius de Moraes que ficaram no Brasil. Às vezes até dá pra suprir a necessidade com os texots que eu acho na internet, mas não se compara. Recentemente só tenho lido livros sobre programação. Triste ou não, eu gosto...

Wednesday, September 02, 2009

Ah!

Tinha esquecido isso aqui.

Mentira, tava sem tempo mesmo.

Oi!

Saturday, July 25, 2009

Em dois

Esse post é parcialmente dedicado ao Nuno.

E aqui vai a homenagem (via meu queridíssimo Vinícius de Moraes):

Soneto do Amigo

"Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com os olhos que contem o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual à mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica..."

Ei praga, gosto muito de você! Cuide-se por aí que já já nos vemos de novo :)

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Essa é a parte não dedicada a ninguém.

Esse texto é completamente fictício, inspirado em um alguém inexistente. Ou não ;) (PS: Bom, antes que alguém cogite, garanto que em mim é que não é!)

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Um meio inteiro

Viu o amor partir e nada disse. Guardou tudo o que sentia, tudo o que lembrava, tudo o queria e tudo o que planejava. Podia ser invenção. Podia ser tudo, menos amor. Amor nunca. Amar é coisa de cinema americano. É pra fazer dinheiro em datas comemorativas. Amar é dor, é sofrimento, é separação, é desconfiança, é traição, é mentira, é errado, é temporário.

A vida é cruel. Transforma as pessoas na cópia dos pais, mesmo com elas tentando todo o tempo a evitar esse futuro tão trágico e certo. As faz ignorar até as coisas mais óbvias e os sentimentos mais simples. Às vezes ela faz esquecer pessoas que poderiam ser tão fundamentais ou pelo menos força a fingir e forçar esse esquecimento. Claro que é mais fácil ignorar os problemas do que pensar em soluções. Tudo dá muito trabalho. Não tiro a razão dos querem terminar com ela não. Ela é cruel mesmo. Afinal, por mais que o digam, as pessoas não escolhem o futuro e muito menos o início de tudo. Não é como uma poesia em que os olhos passaram despercebidos sem conseguir entender como tudo começou...

You turn it on!

Na minha cabeça os meus textos fazem muito sentido. Não necessariamente eles falam por mim, não necessariamente eu sinto algo por eles. E não que isso importe muito, já que eles me fazem bem e isso é suficiente. Enfim!

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Bom, pra quem quer saber, as coisas por aqui continuam as mesmas. Agora os planos pra faculdade estão mais concretos e com alguma possibilidade de estarem mais pertos do que eu tinha planejado!

E viva a mudança de planos.

Resolvi que não vou planejar mais nada. Nada sai como eu planejo! Não que não saia melhor às vezes, mas mesmo assim. Se for pra mudar tanto é mais fácil eu nem calcular nada.

Como se fosse fácil também, não? Quem me conhece sabe que eu falo e falo, mas vou continuar planejando tudo.

É como acontecia comigo: eu inventava diálogos na minha cabeça pra falar com certas pessoas sobre certos assuntos e mudava tudo na hora porque não conseguia fazer o que eu pretendia anteriormente.

Sempre assim.

Certas coisas não mudam, acho que eu sou uma delas! (Até parece...)

küssen, meine Freunde.

Thursday, July 23, 2009

De Neftalí à Pablo

(Só um adendo: eu conheci alguém, em algum ponto da minha vida, que falava "fruta cor". AEHUAHE - Sério, quem lê isso aqui deve achar que eu uso drogas...)

O Pablo Neruda é com certeza um dos meus poetas queridinhos. Fico triste de lembrar que perdi (ou pelo menos deixei em algum lugar que não lembro onde fica no Brasil) o meu favorito dele, "El río invisible" ou "O rio invisível".

Alguns dos poemas dele não tem uma sonoridade muito boa depois de traduzidos, meu a essência deles continua muito boa. Ainda sim prefiro os em espanhol e quero meu livro de volta :(

Aí vai um dos que eu mais gosto no livro:

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"Me gustas cuando callas porque estás como ausente,
y me oyes desde lejos, y mi voz no te toca.
Parece que los ojos se te hubieran volado
y parece que un beso te cerrara la boca.

Como todas las cosas están llenas de mi alma,
emerges de las cosas llena del alma mía.
Mariposa de sueño, te pareces a mi alma,
y te pareces a la palabra melancolía.

Me gustas cuando callas y estás como distante.
Y estás como quejándote, mariposa en arrullo.
Y me oyes desde lejos, y mi voz no te alcanza.
Déjame que me calle con el silencio tuyo.

Déjame que te hable también con tu silencio
claro como una lámpara, simple como un anillo.
Eres como la noche, callada y constelada.
Tu silencio es de estrella, tan lejano y sencillo.

Me gustas cuando callas porque estás como ausente.
Distante y dolorosa como si hubieras muerto.
Una palabra entonces, una sonrisa bastan.
Y estoy alegre, alegre de que no sea cierto"

Bonito, né?

Wednesday, July 22, 2009

Alguém ainda lê isso aqui?

Alô? Sinal de fumaça alguém?
O Google Analytics diz que sim, mas ninguém se manifesta!

Enfim, né. Hoje eu decidi que quando eu morrer eu quero o meu epitáfio em latim, que nem o do John Locke.

E aliás, descobri que o George Orwell tá enterrado em Oxfordshire o "county" (não sei se pode ser traduzido como estado, mas acredito que sim) de Oxford! Em outras palavras, aqui pertinho.

Tá e daí, né?

Nossa que post mais devaneio. Desencana...